O Apple Music chegou para ficar?

05/07/2015

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A Apple revolucionou o mundo da música ao apresentar o iPod na década de 2000. A partir daquele momento, a forma de se consumir áudio mudou e nunca mais foi a mesma, não é? Na década de XX, entretanto, a revolução não veio da Apple: veio de serviços como o Spotify e o Rdio, que oferecem músicas por streaming: nada de baixar para ouvir — é preciso fazer os dois ao mesmo tempo, em uma era em que a rapidez é mais importante do que tudo.

Mas a Apple não poderia ficar de fora desse novo mercado, e os rumores sobre o anúncio de um serviço de streaming da própria empresa “da maçã” começaram a surgir. E eles se tornaram realidade: o Apple Music foi lançado neste último dia 30.

Há algumas diferenças do Apple Music, em comparação a outros serviços. O primeiro, e talvez mais importante, é o fato de que o serviço se integra completamente aos sistemas operacionais OSX e iOS. Dessa forma, pode oferecer previsões e artistas recomendados instantaneamente — assim como usar o serviço Siri.

Além disso, haverá uma rádio online 24 horas com curadoria do VJ britânico Zane Low, uma plataforma de blog para que artistas interajam com seus fãs, capacidade de salvar músicas offline e custa US$ 5 dólares no Brasil — os três primeiros meses de existência do serviço serão grátis.

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Revista Som Maior - Ano 3 - Edição 8.

Destaques da Edição.
  • Rolling Stones: A banda de rock que já comemorou Bodas de Ouro com seu público.
  • Casa Cor: Home Digital faz sala em homenagem ao cineasta Cacá Diegues na primera edição do evento em Alagoas.
  • Perfil: Conheça o americano Dave Nauber, Presidente da Classé, que tem como hobbies a boa música e velejar.

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