Você conhece a casa noturna que preza pela máxima qualidade de áudio?

06/09/2015

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Desde sua fundação em 1991, a casa noturna Ministry of Sound — que depois se tornou uma gravadora internacional — preza por um item acima de todos: a qualidade de som. Hoje, a marca também produz compilações musicais e tem uma estação de rádio. Entretanto, os responsáveis pela operação da empresa concordam: a marca foi construída sobre seu incrível sistema de som.

“Era o sistema de som primeiro, o serviço em segundo e o design por último, o que é basicamente o oposto de qualquer casa noturna atual”, diz Phil Faversham, diretor da MoS. Esse sistema é totalmente customizado, baseado no design de Richard Long. Depois de muitos erros, um sistema surgiu e foi melhorado pouco a pouco até a abertura da casa. O custo foi de em torno de 500 mil libras.

O premiado sistema de som atual deve seu sucesso também pela acústica da sala em que está instalado. Chris Thoms, produtor da casa, explica que “o sistema de som é apenas metade da equação. O ambiente acústico é a outra metade. A mesma quantidade de tempo e esforço foi gasta nele”. A sala tem tratamento acústico e pouco reverb — o que se ouve sai da caixa de som, não de reflexos da parede.

Outra diferença é que o sistema de som não é utilizado na sua capacidade máxima nunca: por isso é tão potente, com 25.000w de potência em cada coluna. Não há distorção. A única razão de caixas terem sido substituídas ao longo desses 24 anos foi por conta de mal uso por parte dos usuários, que colocavam as mãos nos drivers ou derrubando bebidas neles.

Uma parte importante que auxilia que as performances na casa sejam memoráveis é o conhecimento acústico do sistema de som e da sala. Devido a muito estudo, os produtores da casa conhecem todas as características do local: isso é um ponto positivo na hora de fazer ajustes momentâneos durante uma apresentação, por exemplo.

“Se os clientes se importam conscientemente ou não, a qualidade de som importa absolutamente. Se eles vão embora sabendo como ela impactou sua noite, não sei. Mas muitos vão a casas noturnas e reclamam do zumbido nos ouvidos. O que eles estão dizendo é que a qualidade de som foi terrível”.

“Não é volume, é qualidade. Temos toneladas de volume, mas temos claridade e nenhuma distorção. Ninguém sai daqui com o ouvido doendo”, afirmou Phil.

Fonte: What Hi-Fi?

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Revista Som Maior - Ano 3 - Edição 8.

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